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sábado, 3 de outubro de 2015

Leigos franciscanos animam o encerramento do Tríduo


Neste sábado, 3 de outubro, os leigos franciscanos se uniram para celebrar o encerramento do Tríduo em honra a São Francisco. A OFS – Ordem Franciscana Secular e a JUFRA – Juventude Franciscana, animaram o 3º dia do Tríduo no Largo São Francisco, no centro de São Paulo.

A celebração foi presidida por outro Francisco – Pe. Francisco das Chagas, da Paróquia São José Operário, no Grajaú, na Diocese de Santo Amaro. No início da celebração, Pe. Francisco agradeceu o convite e disse de sua proximidade com os franciscanos e também com São Francisco de Assis, e brincou: “eu me chamo Francisco das Chagas. É ou não é uma feliz coincidência?”

A igreja estava repleta de fiéis, muitos deles participaram dos 3 dias do tríduo, prestando sua homenagem ao santo, agradecendo ou pedindo sua intercessão. A missa foi concelebrada por Frei Alvaci Mendes da Luz, Frei Miguel da Cruz, Frei Ermelindo e Frei João Bunga. 

Como a animação do dia estava por conta dos leigos franciscanos, nada mais justo que a homilia ser feita por um leigo. A responsabilidade foi assumida por Vinícius Fabreau. O tema deste 3º dia do Tríduo era: “Francisco e a natureza”. E o jovem lembrou os presentes da missão de São Francisco de Assis e do nosso compromisso hoje com esta missão.

“São Francisco procurou fazer de sua vida um grande testamento de Paz e de Bem. Entretanto nossa geração não conheceu São Francisco de Assis. Somos aqueles que ouviram falar de um homem que, com tanta simplicidade, soube revolucionar. São Francisco foi um homem do Evangelho, esta foi a sua revolução”, afirmou.



O jovem disse ainda que os leigos franciscanos são parte deste projeto, que busca o resgate dos valores perdidos, assim como São Francisco em sua época.

Para concluir e motivar os presentes, Vinícius apresentou a simbologia da mão, em 3 aspectos, para que os presentes pudessem se comprometer naquilo que ele chamou como “revolução franciscana”. 

São elas: mãos abertas, simbolizando o cultivo da terra, a reciclagem dos resíduos, o cuidado com o meio ambiente, e agradecimento a Deus por todo o dom da criação; mãos fechadas, simbolizando a negativa para as atitudes de indiferença, a poluição de ruas, rios e mares, a destruição de áreas verdes, o desperdiço dos recursos naturais. E as mãos entrelaçadas, que simbolizam a união para a defesa da Casa Comum, celebrando a fraternidade, a partilha do pão e do conhecimento, a comunidade, e acompanhar as políticas públicas a favor do meio ambiente.

Para encerrar, Vinícius lembrou um dito popular que diz: “Cristo está sem mãos”. E convocou os presentes a serem hoje as mãos de Cristo, realizando assim a Sua obra no mundo e na sociedade. 

Ao final da missa Frei Alvaci Mendes da Luz agradeceu os presentes pela presença e participação no Tríduo, e agradeceu a presença do Pe. Francisco das Chagas e dos leigos franciscanos.