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quarta-feira, 30 de abril de 2014

O amor de todo o coração


"Lutar pelo amor é bom, mas alcançá-lo sem luta é melhor."
1. O amor é benigno. Uma pessoa cheia de amor faz bem aos outros, tem uma irradiação de cura. Perto dela a gente se sente bem. Ela vê o bem nas outras pessoas e faz com que elas o manifestem. Crê no bem das pessoas, relaciona-se benignamente com elas. O amor irradia sossego e independência. Quem sente o amor é livre. Não fica se comparando com os outros, vive em si. Seu coração não é suscetível a atos que causam tristeza. O amor conduz o ser humano a si mesmo, a seu próprio modo de ser, manifesta seu ser interior.

2. O amor suporta tudo. Ele é como um teto protetor, que impede que se estabeleçam más disposições em nossa casa. O amor é como uma casa na qual podemos morar, uma casa aonde nos sentimos acolhidos e protegidos. E quando em nossa casa nos sentimos em casa, também podemos com nosso amor, proporcionar aos outros um teto protetor, sob o qual eles sabem que são acolhidos e aceitos. O amor convida também os outros a sentirem a vida em nossa casa.

3. O amor crê em tudo. Ele é sustentado por uma confiança básica nas pessoas, na vida, em Deus.  Só quando creio em alguém é que posso amá-lo. Crer significa ver o bem. Amar significa relacionar-se bem uns com os outros. Só posso amar o que vejo com bons olhos, aquilo em que confio. O amor precisa de  confiança, mas também se expressa concretamente na confiança e na fé.  Ao crer nas pessoas, eleva-lhes o espírito e desperta nelas o bem. O amor nos abre os olhos para que possamos ver. Quem crê e a ama vê de fato. Vê a realidade como ela é. O amor enxerga além dos olhos físicos. Ele vê mais fundo, descobre no ser humano a boa essência, que pode desabrochar. Vê na pessoa sinais de vitalidade, sinceridade, as capacidades e possibilidades guardadas em seu ser.

(Pequeno tratado do verdadeiro amor, Anselm Grün; Vozes 2013, p.34. 36-37)

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Domingo da Misericórdia

terça-feira, 22 de abril de 2014

Dia mundial do nosso planeta!

O Dia da Terra foi criado pelo senador Norte Americano Mark Taylor, no dia 22 de Abril de 1970. Tem por finalidade criar uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra.

PAPA FRANCISCO E A PROCLAMAÇÃO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS
Como agente fiduciário da ecologia
JOÃO PAULO II,
para um registro eterno.

Entre os santos e homens ilustres que tiveram um culto singular da natureza, tão magnífico presente feito por Deus para a humanidade, basta incluir São Francisco de Asis. Ele, de fato, havia muito aprecio todas as obras do Criador e com a inspiração quase sobrenatural, ele escreveu que lindo "Cântico das Criaturas", através do qual, especialmente o irmão sol, irmã lua e as estrelas, prestados o bom Deus todo-Poderoso e devido louvor, glória, honra e toda a bênção.

Portanto, com a iniciativa loabilísima, nosso irmão, o Cardeal Silvio Oddi, Prefeito da Sagrada Congregação para o Clero, especialmente em nome dos membros da Sociedade do Instituto Internacional de Planejamento ecologycal para a vida ambiental e de qualidade, foi exposto à Sé Apostólica esperamos que são Francisco de Assis é proclamado Patrono Celestial de produtores da ecologia.

Portanto, conhecer os pontos de vista da Sagrada Congregação para os Sacramentos eo Culto Divino, por estas nossas cartas perpetuidade, proclamo a São Francisco de Assis, padroeiro celeste de agricultores ecologia, com todas as honras e privilégios litúrgica inerente. Não obstante qualquer disposição em contrário. Então o que temos, ordenando estas letras são religiosamente preservada e ter sucesso no presente e no futuro, o seu pleno efeito.

Dado em Roma, junto de São Pedro, sob o anel do Pescador, 
no dia 29 de Novembro do ano do Senhor de 1979, o II do nosso pontificado.
JOANNES PAULUS PP. II
JOÃO PAULO PP. II
Litterae Apostolicae
sanctos INTER
S. FRANCISCUS ASSISIENSIS caelestis
Patrono OECOLOGIAE Cultorum ELIGITUR


Cântico das Criaturas

Altíssimo, omnipotente, bom Senhor,
a ti o louvor, a glória, a honra e toda a bênção.
A ti só, Altíssimo, se hão-de prestar
e nenhum homem é digno de te nomear.
Louvado sejas, ó meu Senhor, com todas as tuas criaturas,
especialmente o meu senhor irmão Sol,
o qual faz o dia e por ele nos alumias.
E ele é belo e radiante, com grande esplendor:
de ti, Altíssimo, nos dá ele a imagem.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pela irmã Lua e as Estrelas:
no céu as acendeste, claras, e preciosas e belas.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pelo irmão Vento
e pelo Ar, e Nuvens, e Sereno, e todo o tempo,
por quem dás às tuas criaturas o sustento.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pela irmã Água,
que é tão útil e humilde, e preciosa e casta.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pelo irmão Fogo,
pelo qual alumias a noite:
e ele é belo, e jucundo, e robusto e forte.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pela nossa irmã a mãe Terra,
que nos sustenta e governa, e produz variados frutos,
com flores coloridas, e verduras.
Louvado sejas, ó meu Senhor, por aqueles que perdoam por teu amor
e suportam enfermidades e tribulações.
Bem-aventurados aqueles que as suportam em paz,
pois por ti, Altíssimo, serão coroados.
Louvado sejas, ó meu Senhor, por nossa irmã a Morte corporal,
à qual nenhum homem vivente pode escapar:
Ai daqueles que morrem em pecado mortal!
Bem-aventurados aqueles que cumpriram a tua santíssima vontade,
porque a segunda morte não lhes fará mal.
Louvai e bendizei a meu Senhor, e dai-lhe graças

e servi-o com grande humildade…

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Os símbolos do Sábado Santo e Domingo de Páscoa [Série Especial, Semana Santa]


terça-feira, 15 de abril de 2014

Incrível prévia da Via-Sacra Franciscana 2014

Acompanhe a Série: Especial Semana Santa

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Evangelho Dominical, Domingo de Ramos

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Sejamos fortes na fraqueza de Jesus


Diante de tantas expressões e relatos de pessoas que se sentem exaustas, perdidas, cansadas, esta obra encara essa situação mostrando suas causas e alinhavando pistas de superação. Em primeiro lugar mostra o contexto existencial e institucional onde se dá o cansaço, seja no trabalho, no casamento, na política ou mesmo dentro de instituições religiosas. 
O porquê do cansaço de cada um, investigando as verdadeiras causas desse fenômeno em todas as áreas de atuação os sintomas que o caracterizam.

costumamos fixar o nosso olhar na bondade ilimitada de Cristo Jesus que nos amou até o fim. Dirigimos nosso olhar contrito para a ferida aberta pelo soldado no lado do  Senhor morto. Toda a cena do Calvário é marcada pela fraqueza, por indescritível fragilidade. Um Deus forte e todo onipotente, em Jesus, torna-se fragilidade. A salvação que  Jesus nos traz se opera na inanição e na impotência. No momento em que os judeus, dentro dos muros da cidade de Jerusalém, viviam a feliz e exultante alegria da festa da Páscoa, poucos se interessavam por esse mestre ambulante que estava sendo eliminado pelo suplício da cruz fora dos muros. No final de tudo, o coração, desse considerado como réprobo, ainda é fissurado por uma lança. Esse coração é que contemplamos nesse nosso carinho pela primeira sexta-feira de cada mês.

Crucificado Admiráveis as palavras de Santo Agostinho a respeito da força e da fraqueza de Cristo Jesus. No texto que transcrevemos  comenta o cansaço de Jesus relatado no episódio do encontro com a samaritana. As palavras do gênio de Hipona podem ser aplicadas ao cansaço/debilidade experimentados pelo Senhor no alto da cruz e na exposição ao mundo da fenda de seu peito aberta pela lança do soldado.
“Queres saber como é forte o  Filho de Deus?  “Tudo o que foi criado  foi criado por meio dele”  (Jo 1,3),  e tudo se esforço.  O que pode ser  mais forte do que ele que tudo criou sem esforço?
Queres conhecer a sua fraqueza? “O Verbo se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1,14).  A força de Cristo te criou e a fragilidade de Cristo te recriou.  

A força de Cristo  fez com que existisse o que não existia, a fraqueza de Cristo fez com que não se perdesse o que já existia. Fomos criados na força e  fomos procurados em sua fraqueza. Com sua fraqueza nutre os fracos como a galinha alimenta os seus pintainhos. Ele mesmo se comparou a uma galinha: “Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos,  Jerusalém, como a galinha reúne os seus pintinhos  sob as suas asas e tu não quiseste” (Mt 23, 37).   Cansado pelo caminhar  que quer dizer senão estar cansado na carne? Jesus é fraco na carne.  Tu porém não és… Sede fortes na fraqueza  “porque a fraqueza de Deus é mais forte que os homens” (1Cor 1,25)”  (Comentário ao Evangelho de João  15,6-7).

Olhamos com gratidão e ternura para esse Jesus  que desce das alturas e se torna tão pequeno, revestindo-se de tanta fragilidade. Pobre que nasce num canto pobre,  frágil que nasce como uma indefesa criança, que precisa de leite e de cuidados, que não tem uma pedra onde reclinar a cabeça  nem uma toca para dormir, pobre  que não encontra advogados que o defendam as fúria dos fariseus,  frágil, todo ferido no alto da cruz,  pobre com todas as chagas do corpo e ainda com o peito dilacerado pela lança do soldado. Compreendemos perfeitamente o encanto de São Francisco com presépio  do Menino das Palhas e sua dor com a paixão do  Senhor. Ele saía pelas ruas chorando e dizendo:  “O Amor não é amado…”.
Os verdadeiros devotos do Coração de Jesus são aqueles que compreendem até que ponto Deus se tornou louco de amor e fazem de sua vida uma propaganda viva do amor de Deus por nós.
Frei Almir Ribeiro Guimarães
franciscanos.org.br

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Acompanhe o Especial Diário da Semana Santa!

terça-feira, 8 de abril de 2014

Emocionante, menino brasileiro que fez o Papa Francisco chorar



“Todos, que já sabiam de seu desejo de ser sacerdote, queriam saber como foi o encontro com o Papa e como o pequeno teve a coragem de furar o bloqueio dos agentes de segurança”, assinala o meio de imprensa.

Os amigos do pequeno afirmam que é uma grande emoção saber que um dos seus pôde estar muito perto do Papa e a família do menino assinala que eles também “se sentem agora abençoados”.

“Tenho que aprender um pouco de teologia” e outras coisas, disse o pequeno Nathan cujo nome foi escolhido pelos seus pais porque significa “presente de Deus”, e assegura que está preparado para aprender “tudo” o que lhe exija a vocação sacerdotal. Nathan de Brito

São Francisco de Assis e o trabalho humano



Vi esta foto "pixada" (o que é errado) no banco do ônibus, mas senti como se fosse um desabafo e pensei... eis o motivo da reflexão abaixo: 

Tu não acha que todo mundo é doido? Que um só deixa de doido ser é em horas de sentir a completa coragem ou o amor? Ou em horas em que consegue rezar? 

Guimarães Rosa

Francisco e seus amigos não quiseram se deixar limitar espiritual e geograficamente por Assis. Esse o sentido de sua decisão de deixar tudo em vista do seguimento de Jesus Cristo. Foram pelo mundo afora. Tiveram essa mobilidade desde o começo. (FLOOD, 1983, p.73-4). 


Mas um outro fato realça de forma vigorosa o entrelaçamento dos Irmãos Menores e o mundo profano: a relação da Ordem com o trabalho. O trabalho é uma das atividades humanas que mais aproxima a pessoa do aspecto material da vida, ocupa seu tempo e dela pode exigir muito. Francisco não se afastou desse aspecto da vida. Pelo contrário, desde o início, nas Regras da Ordem, até bem próximo de sua morte, em seu Testamento, Francisco chamou a atenção de seus companheiros de jornada para a importância do trabalho humano e de que forma ele deveria ser executado para que não se afastasse dos ideais que deram origem a Ordem. 


Francisco afirmou em seu Testamento: 

E eu trabalhava com as minhas mãos e quero trabalhar. E quero firmemente que todos os outros irmãos se ocupem de um trabalho honesto. E os que não souberem trabalhar o aprendam, não por interesse de receber o salário do trabalho, mas por causa do bom exemplo e para afastar a ociosidade. E se caso não nos pagarem pelo trabalho vamos recorrer à mesa do Senhor e pedir esmola de porta em porta. (FRANCISCO, p.168).


Nesse tópico de seu Testamento, Francisco resume vários aspectos da visão tradicional do trabalho humano: o mestre (no caso Francisco) ensina porque realiza o trabalho em conjunto com os companheiros. Ele não manda, não vigia, ele trabalha junto. O exemplo é um dos principais instrumentos desse modo de ensinar. 

Francisco relembra que o critério de avaliação de um trabalho para quem o executa não é o salário recebido. Se o salário é o único avaliador do trabalho realizado, isto significa que há uma única relação de causa e efeito entre a pessoa que o faz e todo o processo de execução. É reduzir o trabalho a um fato apenas técnico. É tirar a própria característica humana que o trabalho tem. É aceitar o mote moderno de que, quem ganha bem tem um bom emprego. 

Por último, Francisco assume sua cotidiana atitude radical frente aos valores da nova sociedade, ao apontar o caminho da humildade sempre que o trabalho realizado não for acompanhado do salário correspondente: o pedir esmolas de porta em porta. 
Entregar nas mãos de Deus o problema da subsistência do próprio corpo. 
Francisco queria que o trabalho fosse na vida das pessoas um elemento de alegria, de união. 

O que ele procurou foi criar uma nova atitude em face do trabalho, foi infundir em todo o trabalho o espírito comunitário, de camaradagem, de companheirismo, foi criar um grupo de pessoas unidas pelos simples deveres decorrentes da aceitação da pobreza e do serviço num espírito de contente renúncia; gente que poderia mesmo continuar no seu ofício ou em sua casa, contanto que se desfizesse de arrimos materiais. (MUMFORD, 1944, p.142). 

A mensagem de Francisco era dirigida para todas as pessoas, mas tinha uma platéia cuja recepção tinha características especiais. Eram as pessoas que se sentiam atraídas pela riqueza material, que nessa época se desenvolvia celeremente, e eram tentadas pela cobiça. Daí sua indicação de que, sempre que possível fosse, o Irmão Menor não esmolasse para si próprio, mas para os outros. O hábito da esmola é para Francisco a forma cotidiana de se aproximar da pobreza espiritual: 

Por amar os pobres, ou dizer amá-los, é que eu, rico, me entreguei a pobreza. Vivi e fiz viver outros de esmolas, dei o que tive e o que me davam, fui ou quis ser, o mais pobre dos pobres. Não recebi a pobreza como uma herança, procurei-a, conquistei-a, devo-a ao fogo da vocação e ao gelo da vontade. (SARAMAGO, 1987, p.124). 

O estudo da vida de São Francisco de Assis pode ajudar a entender porque o mundo do trabalho de hoje é tão carregado de problemas e representa um fardo para as trabalhadoras e trabalhadores, tanto do ponto de vista de desgaste físico, mental, como do desgaste psíquico. Mais do que isso, o fardo que a forma de se realizar o trabalho hoje representa é um vazio espiritual, porque o trabalho passa a ser apenas a maneira 
de se conseguir – na maioria dos casos, apenas parcialmente – o dinheiro para a própria subsistência e a dos familiares. O trabalho perde suas outras características, que possibilitam ligar a pessoa aos seus irmãos e ao Creador. 

Nas Regras, ditadas por Francisco, que a Ordem dos Frades Menores teve em seu início, vários são os tópicos que relembram a função salvadora do trabalho. 
Na Regra Não-Bulada de 1221, Francisco coloca, no item 7 “Do modo de servir e de trabalhar”, as principais características, do ponto de vista franciscano, do trabalho humano. 


Nenhum irmão, onde quer que esteja para servir ou trabalhar para outrem, jamais seja capataz, nem administrador, nem exerça cargo de direção na casa em que serve, nem aceite emprego que possa causar escândalo ou “perder sua alma”. Em vez disto sejam os menores e submissos a todos que moram na mesma casa. (FRANCISCO, p.146).

Neste tópico, Francisco chama a atenção para dois aspectos do trabalho bem realizado. O primeiro aponta para o malefício de existência de uma estrutura de poder que diferencie as pessoas dentro de um processo de produção. O trabalho é coletivo; é uma ação humana cooperativada e não deve ser fonte de ascendência de uma pessoa sobre outra. Num processo de trabalho, quando entendido espiritualmente, não há tarefa mais importante que outra, não há distinção entre trabalho manual e trabalho intelectual, uma vez que a visão tradicional do trabalho não separa ação da contemplação. Assim, um Irmão Menor não pode colocar-se hierarquicamente acima de outro. Se a condição social implica na existência de uma estrutura hierárquica dentro do mundo do trabalho, como era o caso da cidade de Assis, só restava ao frei franciscano colocar-se no último degrau dessa estrutura. Sua missão é servir a todos, sem distinção. E isso só pode ocorrer quando ele for o menor entre os menores, como ensinava Francisco. Esse posicionamento criava propícias condições para que o irmão franciscano exercitasse a humildade, com o objetivo de aproximação compreensiva aos companheiros de trabalho e de criar no seu coração o solo preparado para o encontro com Deus. 


Desenvolver uma atitude humilde pode transformar nossas tendências egoístas em generosidade, o que nos permite, então, descobrir a beleza do verdadeiro dar e compartilhar com os outros. Quando deixamos um profundo sentimento e interesse e de cuidado permear todas as nossas ações, compreendemos que o coração humilde é o maior de todos os corações. O respeito e a consideração que mostramos em relação às outras pessoas despertam nelas afetuosidade e reconhecimento recíprocos, de modo que todas as nossas interações ficam elevadas a um nível vital. (TULKU, 1978, p.162). 



Dicionário:
Significado de Trabalho


s.m. As atividades realizadas por alguém para alcançar um determinado fim ou propósito.
Os mecanismos mentais ou intelectuais utilizados na realização de alguma coisa.


Lugar em que são aplicados esses mecanismos: viver perto do seu trabalho. 


Atenção empregada na realização ou fabricação de alguma coisa; esmero.


A fabricação, o desenvolvimento ou a elaboração de algo: trabalho de marcenaria, trabalho de madeira.


Produto que foi realizado, desenvolvido ou elaborado: este bolo foi um belo trabalho de confeitaria.


Grande dificuldade; trabalheira: isso meu deu um enorme trabalho!


Lição ou exercício destinado à prática de: trabalho escolar; ordenou ao empregado que finalizasse seu trabalho.


Produto fabricado a partir do funcionamento de algo: o trabalho de um carro.


Ação intermitente de uma força vinda da natureza acrescida ao seu efeito: o trabalho excessivo da chuva atrapalha certas plantações.


Responsabilidade: seu trabalho é ajudar os jogadores de futebol.


Biologia. Quaisquer fenômenos realizados numa matéria ou substância, possibilitando uma 

alteração de seu aspecto ou forma.

Política. Economia. Exercício humano que configura um elemento fundamental na realização de bens e/ou serviços.


Política. Reunião dos indivíduos que fazem parte da vida econômica de uma nação.
Física. Grandeza obtida a partir da realização de uma força e a extensão percorrida pelo ponto de sua execução em direção a mesma.

Medicina. Processo orgânico de recuperação realizado no interior de certos tecidos: trabalho de cicatrização.


Religião. Aquilo que é oferecido para receber proteção dos orixás.
(Etm. Forma Regre. de trabalhar)

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Cartilhas da CF e da Quaresma em PDF

A Juventude Franciscana do Brasil acaba de lançar dois importantes subsídios para a formação: a Cartilha para a Campanha da Fraternidade e a Cartilha para a Quaresma destinada à infância.
Fiel à tradição de cinco décadas, a CF de 2014 objetiva identificar as práticas de tráfico humano em suas várias formas e denunciá-lo como violação da dignidade e da liberdade humana, mobilizando cristãos e a sociedade brasileira para erradicar esse mal, com vista ao resgate da vida dos filhos e filhas de Deus.
É assim que a Jufra do Brasil vivencia o carisma franciscano junto com toda a Igreja e suas pastorais. Esta cartilha foi criada para auxiliar nas discussões e colaborar para o desenvolvimento de ações concretas. “Preparem suas fraternidades e comunidades para, juntos, lutarmos contra essa triste realidade que se sustenta em um sistema injusto, em que o valor econômico sobressai ao valor da vida”, observa Igor Bastos, subsecretário nacional de Direitos Humanos, Justiça, Paz e Integridade da Criação da Jufra.

Para baixar a Cartilha da CF CLIQUE AQUI.

Para baixar a Cartilha de Encontro para a Quaresma, CLIQUE AQUI.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Vida nova em Cristo (5º Domingo da Quaresma)

terça-feira, 1 de abril de 2014

Canonizações de papas João Paulo II e João XXIII serão em abril


Anúncio era esperado, quando Francisco aprovou segundo milagre atribuído ao papa polonês

O papa João Paulo 2º, o pontífice polonês que liderou a Igreja Católica por 27 anos, e o papa João 23, que convocou o Concílio Vaticano 2º, serão declarados santos em 27 de abril 2014, anunciou o papa Francisco.

Vaticano: Papas João Paulo 2º e João 23 vão se tornar santos
2011: Mais de 1 milhão assiste à beatificação de João Paulo 2º

O anúncio da data para as canonizações era esperado desde julho, quando Francisco reconheceu um segundo milagre atribuído a João Paulo 2º, abrindo caminho para a canonização mais rápida dos tempos modernos.

Ele também reconheceu a santidade de João 23, que reinou entre 1958 e 1963 e conduziu amplas reformas para modernizar a Igreja, embora apenas um milagre tenha sido creditado a ele desde sua morte.

Em julho, o porta-voz do Vaticano, o reverendo Federico Lombardi, confirmou que o milagre que tornou João Paulo 2º santo estava relacionado a uma mulher costa riquenha. O jornal católico espanhol La Razón a identificou como Floribeth Mora, e disse que ela havia sofrido um aneurisma cerebral, que foi inexplicavelmente curado em 1º de maio de 2011 - no dia da beatificação de João Paulo, quando 1,5 milhão de fiéis lotaram a praça São Pedro para honrar o pontífice.

Em uma série de reportagens no final do mês, o La Razón afirmou que Floribeth acordou com uma dor de cabeça muito forte em 8 de abril e foi para o hospital, onde seu estado de saúde piorou em um ponto que ela foi para a casa com um diagnóstico de um mês de vida. Sua família diz ter rezado para João Paulo 2º e o anerurisma desapareceu.

O La Razón citou seu médico, Alejandro Vargas, que disse: "Surpreendeu-me muito o aneurisma ter desaparecido. Não consigo explicar isso baseado na ciência."

O pontífice emérito Bento 16 colocou João Paulo 2º, que se tornou papa em 1978, em um acelerado processo para a santificação ao dispensar o tradicional período de cinco anos, permitindo sua beatificação semanas depois da sua morte em 2 de abril de 2005. Bento 16 respondeu aos pedidos de "Santo Subito!" ou "Santidade Imediatamente" feitos pelo público durante o funeral de João Paulo.

Mas restam preocupações de que o processo tenha sido rápido demais . Por isso, a decisão de canonizar João Paulo 2º com João 23 pode ser vista como uma tentativa de equilibrar essas preocupações, beatificando um papa ao lado de outro. Esse foi o caso em 2000, quando João Paulo beatificou João 23 (1958-1963), apelidado de "o bom papa", ao lado do papa Pio 9º.

Alegria sim, mas alegria de verdade #1 de abril


“O vosso coração se alegrará e ninguém vos poderá tirar a alegria”

Por vezes pode acontecer que os cristãos passem uma ideia de quase  “canonizarem”  o sofrimento.  Houve tempos em que se ruminava “cinzento”.  Alguns filmes mostrando  práticas religiosas  de várias denominações religiosas estampam pessoas  incapazes de rir, de cantar… sempre dizendo que é preciso carregar a cruz… Nada de alegria. Ora, o cristão é fundamental alegre e nunca poderá ruminar pessimismo. Somos homens e mulheres da esplendorosa manhã de Páscoa.  Nosso Mestre e Senhor ressuscitou, vive, venceu a morte, está nos convidando para entrarmos na sala de festas do banquete.  Somos parceiros e companheiros do filho tresloucado que volta à casa e é convidado participar de uma festa: roupa nova, sandálias, anel no dedo e banquete.  Estamos com pés postos nos umbrais da sala de festas.

Ele,  o mais belo dos filhos dos homens, viveu as coisas de todos os dias e precisou abraçar com garra o sofrimento e a hedionda morte no madeiro: abandonado, ferido, desprezado, coroado de espinhos, pedindo que o Pai afastasse dele o cálice. Mas, na manhã do mundo novo, da nova criação venceu a morte, a dor, o sofrimento e foi revestido de vida pelo Pai… Nós,  discípulos de Jesus,  morremos com ele e com ele ressuscitamos. Somos pessoas de uma alegria inaudita.  Nossas liturgias são feitas de canto, canto dos salmos, canto do coração, canto do homem novo. Reunimo-nos com alegria com nossos irmãos  e irmãs nos gestos fraternos, nas demonstrações de esperança, na certeza de que as contradições da vida são passageiras.

Nossa alegria, por paradoxal que possa parecer,  vem da morte, do sofrimento assumido, da dor padecida.  O grão de trigo para dar fruto precisa morrer. Sabemos que existe uma correlação entre morte e vida. Francisco de Assis, definindo a perfeita alegria, dizia que é aceitar ser rejeitado pelo porteiro do convento,  perdoar sua grosseria e o fato de ter recebido pauladas…. A verdadeira alegria nasce de caracteres maduros que acolhem a cruz. Em nossas reuniões e em muitos momentos a alegria é superficial, o canto apenas apela para o emotivo, as palavras dos cânticos não louvam, o som fere os ouvidos.  Sonhamos com cristãos profundamente alegres, com igrejas bonitas, com flores, órgão, música, alegria, mas uma alegria que se revista das cores pascais.

A mulher sofre quando sabe que está chegando sua hora, mas se alegra em ver que colocou um filho no mundo… Já nem mais se lembra de seus sofrimentos.

Frei Almir Ribeiro Guimarães
franciscanos.org.br