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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

FELICIDADE = REALIDADE – EXPECTATIVAS

Você já parou para pensar que entre o ideal e o real existe uma grande diferença? Basta se lembrar de alguns exemplos. Quantas moças passam anos e anos à espera de um companheiro ideal. Por mais que idealizam, arrumam um marido de carne e osso, cheio de qualidades, mas também com defeitos. 

Ao se depararem com as limitações reais de seus companheiros reais, estas mesmas moças começam a se lembrar do ideal e suspiram: “como seria bom se fulano fosse do jeitinho que eu sonhava!” Com os rapazes acontece da mesma forma. Há também aquele profissional que trabalha insatisfeito porque ainda não encontrou o ambiente de trabalho ideal. Ele nutre a ilusão de que, ao trocar de emprego, todos os seus problemas vão acabar. 

Não vai haver mais fofoca, concorrência ou chefe pegando no pé. Sonhar não custa nada. O ideal em si não é ruim. Trata-se de uma bússola que orienta o barco da vida. Ele pode apontar a direção pela qual se deve caminhar. O problema maior acontece quando alguém tenta desprezar a realidade. Essa pessoa passa a andar nas nuvens de seu pensamento e, cada vez que o real bate na porta dela, há uma grande frustração. Sonhar é permitido e faz bem, mas desde que esse sonho seja uma luz para a realidade e não uma fuga da mesma.

Frei Gustavo Medella, OFM