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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Vocações por Frei Fidêncio Vanboemmel, OFM - Ministro Provincial


Como o sr. vê a falta de vocações na Província e mesmo na Ordem?

Frei Fidêncio – São Francisco e Santa Clara nos dizem que o que convence e atrai é nosso testemunho evangélico. Depois estamos vivendo em outra época: famílias pequenas, esvaziamento do sentido religioso; a atração e oferta do espírito consumista; o enfraquecimento da pastoral da juventude etc. Creio que todos deveríamos estar mais atentos aos novos areópagos, onde os jovens de hoje se encontram.

Como se deu o seu discernimento vocacional e sua escolha pelos franciscanos?

Frei Fidêncio – Desde criança conheci os frades. Recordo as presenças do Frei Fidêncio Feldmann, do Frei Florentino Barrinuevo e até do Frei Walter Kempf numa de suas passagens na casa de meu avô. Tanto que meu tio, Dom Lino, falecido há dois anos em Santarém, também se tornou frade. Essa proximidade com os frades fez com que minha família me mostrasse a vida franciscana e sacerdotal como uma alternativa de vida. A família me indicou o caminho e eu, na liberdade, abracei a vocação franciscana.