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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

MARIA – O ELO DE UNIÃO

MARIA – O ELO DE UNIÃO
Frei Atílio Abati,ofm.

         Deus ao humanizar-se fez seu encontro de convergência em Maria, para encontrar-se com os homens, unindo-se a eles, viver sua vida e com eles conviver, a fim de apontar-lhes o caminho para o Pai. Portanto, em Maria, Deus se comunica, se auto-dá e se faz presente entre nós. Em Maria, Deus iria restaurar o equilíbrio, concretizar as esperanças, libertar e salvar.
         Maria sabia que seria vital e decisivo o seu Sim para a humanidade. Mas Maria, a Mãe de Jesus, não retém seu Filho, egoisticamente para si, não se apossa como se fosse propriedade sua, mas reparte-o, entrega-o aos homens. Assim, seu Filho seria o Pontífice, a ponte a unir os desunidos, os desencontrados, os divididos. A unir os homens entre si, a criatura ao Criador, o pecador ao Santo, enfim, a unir o presente à eternidade.
         Hoje, Nossa Senhora, possuída de Deus continua a realizar maravilhas junto ao seu povo e aos seus filhos e filhas, acalentando-lhes a caminhada, confortando-lhes a esperança, reanimando-lhes a fé e conduzindo a todos para o Pai.
         Portanto, Deus fez e faz maravilhas em Maria, mas continua a fazê-las em nossas vidas. É esta certeza que derrama coragem em nossa peregrinação, nos anima olhar os dias que nascem e as noites que nos envolvem como o tempo que Deus escolheu para operar seus prodígios.
Devemos saber que o lugar onde estamos é o lugar eleito por Deus  para manifestar suas maravilhas. Basta perscrutar o nosso íntimo para percebermos que fomos escolhidos como Maria, a serva humilde, para sermos nós também esta pessoa para a qual Deus volve seu olhar.
         Com Maria, nossa Mãe, devemos acreditar que mais forte do que as forças do mal é o poder de Deus. Mais fiel que todas as fidelidades é a fidelidade de Deus. 
         Com Maria, a Mãe do Senhor, nossa presença humilde infiltre as veias do mundo de nova vida, renove a sociedade saturada do egoísmo, purifique o mundo contaminado pelo pecado, transforme o ar intoxicado  pelas injustiças e evidencie eternidade nos nossos gestos de amor.
 Assim, caro amigo e amiga, poderemos exclamar: “Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta em Deus meu Salvador, porque o Senhor fez em mim maravilhas” Lc 1, 46-49



sábado, 21 de janeiro de 2012

Dia mundial da Religião e dia Nacional do Combate a Intolerância Religiosa!

Senhor! Fazei de mim um instrumento da vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvidas, que eu leve a fé.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, fazei que eu procure mais:
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe.
É perdoando que se é perdoado.
E é morrendo que se vive para a vida eterna.

Glorioso São Francisco, Santo da simplicidade, do amor e da alegria. No céu contemplais as perfeições infinitas de Deus. Lançai sobre nós o vosso olhar cheio de bondade. Socorrei-nos em nossas necessidades espirituais e corporais. Rogai ao nosso Pai e Criador que nos conceda as graças que pedimos por vossa intercessão, vós que sempre fostes tão amigo dele. E inflamai o nosso coração de amor sempre maior a Deus e aos nossos irmãos, principalmente os mais necessitados.

São Francisco de Assis, rogai por nós. Amém

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

"Sem medo do oceano"

Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano, ele treme de medo.


Olha para trás, para toda a jornada: os cumes, as montanhas, o longo
caminho sinuoso através das florestas,
através dos povoados, e vê a sua frente um oceano tão vasto que entrar
nele nada mais é do que desaparecer
para sempre. Mas não há outra maneira.


O rio não pode voltar.


Ninguém pode voltar.


Voltar é impossível na existência.


Você pode apenas ir em frente.


O rio precisa se arriscar e entrar no oceano.


E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece, porque
apenas então o rio saberá que não se trata
de desaparecer no oceano. Mas tornar-se oceano.


Por um lado é desaparecimento e por outro lado é renascimento.
Assim somos nós.


Só podemos ir em frente e arriscar.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Como se chega a Cristo?

Nas andanças da vida, na caminhada de nossa história e na tentativa de sermos melhores cada dia, procuramos responder a esta pergunta, o que muitas vezes não é nada fácil. Às vezes nossas incertezas parecem ser maiores, os rumores externos parecem ser mais fortes e depois de um longo caminho ainda estamos longe Dele.
Gostaria de tentar ajudar cada um a responder esta pergunta pessoalmente, tendo como base o evangelho de João, capítulo 1, versículos 35 a 42.
A narrativa se desenrola da seguinte forma: João estava às margens do Jordão, batizando segundo o que ele mesmo diz: “com água” e junto dele um grupo de discípulos. Eis que aponta no horizonte, Jesus, que caminha em direção a eles e segue seu caminho, ao que João exclama sem titubear: “Eis o Cordeiro de Deus”.
A partir daqui começa nossa reflexão.
Um homem e o Filho do Homem, um encontro entre gerações, o concretizar-se de uma história de milênios se faz realidade na boca do Batista, que aponta um único caminho: seguir àquele que é a plena verdade, o Cordeiro sem mancha, o Filho de Deus. É claro, que depois de uma afirmação dessas os discípulos de João, o deixaram e começaram a seguir Jesus. Estranho seria se eles ficassem com João. Na nossa lógica humana, que muitas vezes quer glórias para si mesmos, parece até que João está perdendo seus seguidores para Jesus.
A cena é muito precisa: Jesus está caminhando enquanto João está parado, estático, afinal de contas seu papel de precursor havia terminado com a chegada do Divino Mestre. João está parado porque já cumpriu a sua missão. Está consciente de que é Jesus quem deve crescer e não ele.
Infelizmente nossas comunidades estão cheias de pessoas que querem crescer, em cima do nome de Jesus, que querem aparecer mais que Ele, pessoas que perdem o foco e desejam “discípulos” para si e não para Ele. Mas a quem devem seguir os homens: a nós ou a Cristo?
E o mesmo Cordeiro apontando por João nos é dado todos os dias na Eucaristia, aliás, usamos as mesmas palavras que ele usou: “Eis o Cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo”. Será que temos consciência da grandiosidade do que recebemos no altar? Será que conseguimos deixar nossas “coisinhas” para seguir a Verdade?
E a narrativa continua...um discípulo vai chamando outro, que vai chamando outro, que vão constatando que Ele é o Mestre, depois que é o Messias, que é o Filho de Deus, o Rei de Israel! De fato, quando descobrimos o verdadeiro caminho, não conseguimos ficar com ele só para nós, precisamos chamar outros, contar para outros, chamar a família (André chama seu irmão Pedro), chamar os amigos (Natanael e Filipe), afinal de contas, quem descobre um caminho tão maravilhoso, não deve ser egoísta, deve mostrá-lo aos que estão perto e longe, deve ser sinal Dele.
Perguntemo-nos: o que eu procurava quando decidi ser cristão? Porque me senti atraído para seguir a Cristo? O que eu estou fazendo para que outros também o conheçam? Onde está o meu papel de cristão?
Enfim, chega-se a Jesus sempre através de algum intermediário. Os dois discípulos reconhecem nele o Mestre e o Messias porque o Batista o apontou para eles como o Cordeiro de Deus. Pedro é conduzido a Jesus por seu irmão André. Natanael pode encontrá-lo porque Filipe lhe falou dele...Quem descobre a pessoa de Jesus, quem percebe que ele tem para todos uma palavra de esperança e de salvação, não pode guardar para si uma descoberta tão grande. Sente necessidade de anunciá-la aos outros para que também eles possam encontrar aquele que deu uma resposta às questões fundamentais da própria vida.
Quer saber onde mora o Messias? “Vinde, vede e anunciai!”

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Nossas afirmações são um nada diante das afirmações de Deus!



Partilho com vocês, leitores do blog, este pequeno paralelo entre o que geralmente nós dizemos, e o que Deus todos os dias em sua Palavra nos afirma! Espero que possamos saber ouvir sempre os sinais que o Senhor nos mostra a cada dia, em meio a nossa caminhada!






1. Isto é impossível!
“Todas as coisas são possíveis para Deus” Lc 18,27

2. Ninguém me ama de verdade!
“Eu te amo” Jo 3,16

3. Não tenho condições!
“Minha graça te é suficiente” 2Cor 12,9

4. Eu não posso fazer!
“Você pode fazer tudo” Fil 4,13

5. Dói!
“Eu te livrarei de toda angústia” Sl 90,15

6. Não vale a pena!
“Tudo vale a pena” Rom 8,28

7. Eu não mereço perdão!
“Eu te perdoo” 1Jo 1,9

8. Não vou conseguir!
“Eu suprirei todas as tuas necessidades” Fil 4,19

9. Estou com medo!
“Eu não te dei um espírito de medo” 2Tm 1,7

10. Não tenho talento suficiente!
“Eu te dou sabedoria” 1Cor 1,30

11. Eu não tenho fé!
“Eu dei a cada um uma medida de fé” Rom 12,3

12. Eu me sinto só e abandonado!
“Eu não te esquecerei jamais” Is 49,15


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

"Faço voto a Deus onipotente!"


Por Moacir Beggo
Rodeio (SC) – “Francisco de Assis se alegrou com a chegada e a conversão de Bernardo e, hoje, creio que ele também se alegra com a chegada de cada um de vocês”. O Ministro Provincial, Frei Fidêncio Vanboemmel, citou o biógrafo Tomás de Celano, que narra a alegria de São Francisco com a chegada do seu primeiro discípulo, para falar da felicidade que é para a Ordem dos Frades Menores e para a Província da Imaculada Conceição do Brasil receber novos irmãos: Frei Claudinei Cananéa Bustamante, Frei Cristiano Aparecido Maciel e Frei Juliano Fachini Fernandes fizeram a primeira profissão, e Frei Robson Luiz Scudela professou solenemente na Ordem. Todos eles prometeram a Deus e a toda sua Igreja, reunida na matriz São Francisco de Assis, em Rodeio (SC), viver por todo o tempo de suas vidas em obediência, sem nada de próprio e em castidade. A diferença é que os três primeiros terão de renovar os votos todos os anos até a profissão solene e Frei Róbson deu o seu “sim” definitivo ontem (4/01).
Depois de um dia quente, a chuva chegou forte na hora da celebração (19 horas), mas o povo que convive a cada ano com uma turma de noviços, especialmente durante as celebrações e ofícios litúrgicos, não deixou de participar da última Santa Missa. O acolhimento dos novos irmãos foi feito de forma solene e significativa pelo grande número de frades de todas as regiões da Província. O Ministro Provincial presidiu a celebração, tendo como concelebrantes Frei Valdir Laurentino, que é o guardião e vice mestre, e Frei César Külkamp, Definidor e Secretário da Formação e Estudos. Presentes ainda muitas religiosas e seminaristas.
Durante este “ano de provação” no Noviciado, a turma, que teve como Mestre Frei Samuel Ferreira de Lima, caminhou com o angolano Frei Mvula Nzaji André e Frei Israel Rodigheri. O primeiro chegou com um mês de atraso a Rodeio devido à burocracia no seu visto de entrada no país e o segundo pediu mais um tempo antes de fazer a primeira profissão e vai continuar a experiência no Santuário mariano da Penha (ES). Frei Mvula vai professar no dia 29 de janeiro, na Paróquia São Francisco de Assis, na Vila Clementino, em São Paulo.
Um a um, os noviços foram chamados para se apresentarem diante do Ministro Provincial e responderam: “Aqui Estou”. E Frei César Külkamp fez a chamada do professando Frei Róbson e apresentou-o ao povo fazendo um resumo de sua caminhada vocacional até este momento solene.
Na sequência, o Ministro Provincial fez a homilia e ressaltou que aquele momento de festa e alegria se estendia à toda Província, à Ordem Franciscana e às comunidades de onde vieram os professandos. Confessou que gosta particularmente “da história da nossa origem franciscana, quando Frei Francisco começou a viver o santo Evangelho” e da chegada do primeiro discípulo. “Francisco se alegra com a chegada de Frei Bernardo e todos nós nos alegramos quando vocês bateram aqui à porta desta casa de formação para iniciarem o tempo de experiência de vida franciscana”, enfatizou.
Mas, segundo o Provincial, não basta apenas chegar. “É preciso se converter cada vez mais. E o ano do Noviciado é um ano de grande conversão nesta experiência originária de Francisco de Assis”, acrescentou falando diretamente a Frei Róbson: “Você, mais do que ninguém, fez esta experiência profunda de conversão nesse tempo de profissão temporária e nesses dois últimos anos em que você conviveu com nossos irmãos lá em Angola”.
Ao comentar o Evangelho do dia, da transfiguração no Monte Tabor, disse que, na vida religiosa, é preciso escalar de vez em quando o Tabor. “Não sozinhos, porque Jesus também escolheu Pedro, Tiago e João para lá se transfigurarem com Cristo na contemplação e na oração. É preciso despertar no Tabor para que a nossa vida religiosa franciscana seja de fato essa transparência da glória de Deus no mundo de hoje. É o que nós devemos refletir é o que o povo de Deus espera de nós, irmãos menores. Homens que se transfiguram a partir do Cristo e que, transfigurados, transfigurem também o mundo, o universo, onde nós vamos viver a nossa vocação”, ensinou.
Dirigindo-se aos professandos e aos frades presentes na celebração disse que é preciso escutar, escutar muito, aquilo que Jesus, ou melhor, aquilo que os apóstolos experimentaram no Monte Tabor: “Esse é o meu Filho amado, escutai-o”. E finalizou: “A felicidade, a realização daquilo que vocês hoje estão prometendo, a fidelidade, a realização daquilo que um dia nós prometemos dependem muito e, principalmente, de escutar a linguagem do Filho de Deus”.
Na sequência da celebração, Frei Róbson se prostrou no chão em sinal de despojamento, enquanto foi cantada a Ladainha de Todos os Santos. No momento central do rito, ele se ajoelhou diante de Frei Fidêncio e, com as suas mãos nas mãos do Ministro Provincial, proferiu a fórmula da profissão. “… tendo o Senhor me dado a graça de seguir mais de perto o Evangelho e os passos de nosso Senhor Jesus Cristo, em tuas mãos, com firme fé e vontade, faço voto a Deus, Pai Santo e todo-poderoso, de viver por todo o tempo da minha vida em obediência, sem nada de próprio e em castidade…”. Em seguida, sobre altar, assinou um documento que confirmou os votos emitidos e outro renunciando à posse de todo e qualquer bem temporal.
Já os noviços, depois de prometerem obediência, castidade e pobreza, receberem a Regra e as Constituições da Ordem dos Frades Menores das mãos do Ministro Provincial. Eles também assinaram um documento de ingresso na Ordem e de renúncia aos bens temporais. Na sequência, o professo solene foi abraçado pelos pais e todos os professandos também foram abraçados pela fraternidade provincial.
Quem é Frei Róbson?
Natural de Cordilheira Alta, no Oeste Catarinense, Frei Róbson nasceu no dia 27 de outubro de 1986 e vestiu o hábito franciscano no dia 8 de janeiro de 2006, em Rodeio.
O mais novo dos três filhos do casal Luís e Maria Scudela, cresceu na comunidade rural de Fernando Machado, onde teve a base de família, cresceu no trabalho, na oração, no estudo primário, na catequese. Fez o seu acompanhamento vocacional com os frades de Coronel Freitas (SC). Com 14 anos de idade, seguiu para o Seminário Santo Antônio em Agudos (SP), onde cursou o Ensino Médio e fez o Aspirantado em 2004. Depois de cumprir as etapas do Aspirantado e Noviciado, em dezembro de 2006 foi atendido à profissão temporária na Ordem Franciscana, aqui nesta igreja Matriz de Rodeio.
Em seguida cumpriu o programa de formação juntamente com o Curso de Filosofia em Rondinha, município de Campo Largo (PR). Terminado este tempo, fez o pedido para um tempo de estágio na Missão que a Província mantém em Angola.
Foi aceito e passou lá os dois últimos anos: um em Kibala (Postulantado) e em Malanje (Aspirantado). Segue agora para Petrópolis, onde irá continuar a formação franciscana, vivendo na Fraternidade do Sagrado Coração de Jesus, estudando a Sagrada Teologia e se preparando para o ministério sacerdotal.
Frei Róbson agradeceu a todos pela sua caminhada vocacional que começou, segundo ele, há dez anos. “Eu, pobre servo, peço orações para que seja fiel ao Senhor naquilo em que Ele se destinou a realizar em mim”, completou.
Frei Valdir e Cimabue
Frei Juliano, em nome dos noviços, agradeceu à Província, à comunidade de Rodeio, à fraternidade do Noviciado e aos mestres pela formação durante o “ano de provação”. Brincou com Frei Valdir ao pedir que ele não tivesse vergonha de mostrar a eles nas próximas etapas da Filosofia e Teologia o santinho de São Francisco, a tradicional pintura de Cimabue. Frei Valdir não perdeu a deixa e fez a sua pregação. “O Santinho de Cimabue, para os que não conhecem, trata-se do pintor que muitos franciscanos admitem que fez a melhor representação de São Francisco de Assis. Eu mostrava o santinho para eles e dizia: ‘Esse aqui aumenta a vocação, gente!’. Eu dizia isso, muitas vezes brincando, mas no fundo com uma pitada daquilo que deve ser: Olhemos para esse ícone; ele desperta vigores novos na nossa caminhada!”, admoestou.
Frei Fidêncio encerrou a celebração eucarística falando especialmente para Frei Israel e Frei Mvula que esperava revê-los em breve. “Eu torço por vocês!”.
Confira: www.franciscanos.org.br

É o Pastor quem me conduz!



O Senhor é meu pastor, nada me faltará.



Em verdes prados ele me faz repousar.
Conduz-me junto às águas refrescantes,



Restaura as forças de minha alma.
Pelos caminhos retos ele me leva, por amor do seu nome.



Ainda que eu atravesse o vale escuro, nada temerei, pois estais comigo.
Vosso bordão e vosso báculo são o meu amparo.



Preparais para mim a mesa à vista de meus inimigos.
Derramais o perfume sobre minha cabeça, e transborda minha taça.



A vossa bondade e misericórdia hão de seguir-me por todos os dias de minha vida.
E habitarei na casa do Senhor por longos dias.