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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Você quer ser frade franciscano?

Se você sente-se chamado a seguir Jesus Cristo, nos passos de Francisco de Assis.
Se você sente-se chamado a dizer SIM a Deus, num projeto de doação ao próximo, na busca do Reino de Deus já aqui no meio de nós.

O "homem de Nazaré" te chama...
O "poverello de Assis" te convida...

Entre em contato conosco e faça parte do sonho, sonhado por Francisco...

vocacional@franciscanos.org.br

Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil
www.franciscanos.org.br

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Visita do Pró-Vocações em Bauru e Amparo


Frei Edvaldo Batista Soares, OFM
Caros irmãos, um dos compromissos do Pro-Vocações é estar cada  vez mais perto dos seus benfeitores e colaboradores, e para que isso seja possível nós nos utilizamos de alguns meios como: cartões de aniversário, de páscoa, de natal, boletins informativos e a TV Franciscanos.
A outra forma de conhecermos mais de perto os nossos benfeitores é visitando as paróquias onde os frades estão presentes. Esta é uma das formas mais marcantes, porque fazemos um contato direto com aqueles que tanto nos ajudam por um puro ato de caridade. Além de estarmos perto daqueles que já abraçaram esta causa, temos a oportunidade de convidar outros a fazerem parte desta grande família dos benfeitores e benfeitoras do Pro-Vocações e Missões Franciscanas. E tudo isso só é possível com a ajuda de Deus, graças a acolhida fraterna dos nossos confrades que estão em diversos campos da vinha do Senhor, no trabalho pastoral.
Nos dias 10 e 11 de setembro visitamos a Paróquia Santo Antônio em Bauru e fomos muito bem acolhidos pela fraternidade na pessoa do guardião fr. Jorge Luiz Maoski. No ultimo final de semana de setembro, nos dias 24 e 25 foi a vez de visitarmos a Paróquia e fraternidade São Benedito em Amparo. Lá também se fez muito presente o modo franciscano de ser, isto é, a marcante acolhida da fraternidade por meio do guardião e pároco fr. João Pereira da Silva que nos abriu as portas da paróquia e das comunidades para que pudéssemos cumprir a nossa missão.

Em Amparo, particularmente, tivemos um final de semana bastante celebrativo, pois a paróquia esta celebrando a novena do centenário da chegada dos frades naquela cidade. Para nós foi um momento mais do que perfeito, para conscientizar os paroquianos da importância de ajudar na formação dos futuros frades, para que nos próximos cem anos, tenhamos frades na frente daquela comunidade.
O povo de ambas as paróquias, sempre muito acolhedores, demonstraram através de palavras e gestos, o grande carinho que tem pelos frades franciscanos e sua presença em suas cidades.
Que Nosso Senhor Jesus Cristo pela intercessão de Santa Antônio e São Benedito abençoem as fraternidades que nos acolheram, bem como os nossos benfeitores e aqueles que conscientizaram-se e abriram o seu coração para este grande projeto de amor em prol das vocações e missões franciscanas. 


Frei Edvaldo Batista Soares, OFM


Frei Edvaldo Batista Soares
a serv. Pró-vocações
Natural de Entrerios, na Bahia. Nasceu em 9 de outubro de 1979. Ingressou no Seminário Santo Antônio de Agudos, em São Paulo, no ano de 2003 e foi admitido à Ordem dos Frades Menores no dia 13 de janeiro de 2007.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Quer ganhar uma Bíblia?



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Francisco e a Palavra de Deus!

Francisco, Homo totus Evangelicus
Francisco entrou na intimidade do Evangelho e percebeu-o puro e sem retoques. Por isso, a Igreja o chamará de Homo totus Evangelicus, quer dizer, que "se evangelizou" na totalidade do ser e na radicalidade das exigências. E mostrou, ao mesmo tempo, que o Evangelho, no seu todo, é algo possível de ser traduzido em vida.
O próprio Papa, Inocêndo III, observara que a norma de vida da primitiva comunidade era por demais árdua para compor um programa de vida, mas a tempo foi advertido que não poderia declará-la impossível, pois declararia impossível o Evangelho de Cristo.
Para Francisco a afirmação do Papa significava a impossibilidade de seguir os passos de Nosso Senhor Jesus Cristo, pois vinham eles retraçados, concretamente, nas páginas do Evangelho. Esta concreteza com que percebia o Evangelho fazia com que Francisco a ele recorresse com a simplicidade e a confiança de quem recorre a um "diretor espiritual".
Com naturalidade, colocava os livros dos Evangelhos à sua frente e os abria, a esmo, encontrando exatamente a Palavra que lhe servia de resposta. Não argumentava, não discutia, não duvidava. Deus acabara de lhe falar. E feliz partia para executar as ordens que acabara de ler.
Assim fala Celano, na vida I (n° 92-93): que abrindo o Evangelho, pôs-se de joelhos e pediu a Deus que lhe revelasse qual a sua vontade. "Levantando-se, fez o sinal da cruz, tomou o livro do altar e o abriu com reverência e temor. A primeira coisa que deparou, ao abrir o livro, foi a paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, no ponto em que anunciava as tribulações por que haveria de passar. Mas, para que ninguém pudesse suspeitar de que isso tivesse acontecido por acaso, abriu o livro mais duas vezes e o resultado foi o mesmo. Compreendeu, então, aquele homem cheio do espírito de Deus, que deveria entrar no reino de Deus depois de passar por muitas tribulações, muitas angústias e muitas lutas..."
O profeta e o seu Evangelho
Por N.G. Van Doornik
Francisco teve com o Evangelho uma intimidade difícil de se compreender. Amava o Evangelho, mas ele não teria sido Francisco, se seu amor não tivesse desejado possuir o próprio livro.
A magnífica Bíblia da Idade Média, com os maravilhosos textos desenhados em elegantes letras, tinha para ele algo de sagrado. Já foi, de per si, um rito religioso, quando ele, com seus dois companheiros, entrou na pequena igreja de São Nicolau e lá abriu o livro sobre o altar. Manifesta-se aqui uma forma de respeito que, em nosso tempo, impregnado de obras tipográficas, se tomou impossível: o respeito pela palavra manuscrita.
Com isso, adquirem um sentido mais profundo certas ações aparentemente mágicas. Nas cartas que ditava, não permitia Francisco que se riscasse uma letra, mesmo que fosse um erro de ortografia. Recolhia com o mesmo respeito qualquer pedacinho de pergaminho que encontrava no chão.
Perguntaram-lhe, certa vez, por que tinha tanto cuidado até mesmo com obras de autores pagãos. A resposta tem um quê de surpreendente: "Porque nelas se encontram as letras que compõem o glorioso nome do Senhor". Por umas cinco vezes insiste ele, em suas cartas, em que se devem guardar respeitosamente as palavras do Evangelho, onde quer que sejam encontradas.
Francisco sentia o alcance psicológico desse simbolismo. "Devemos cuidar de tudo que encerra Sua Palavra sagrada. Assim ficamos profundamente compenetrados da sublimidade do nosso Criador e de nossa dependência em relação a Ele", escreverá mais tarde ao Capítulo de seus irmãos.
A verdadeira dificuldade de se compreender como Francisco lia a Bíblia, não se encontra na cultura medieval. O que é difícil compreender é o fato raro de a Bíblia ser lida aqui por um homem que era como ela o desejava. Ele não tinha necessidade dum comentário que a suavizasse. Com heróica abertura, Francisco aceitava o texto ao pé da letra, pois este já de há muito o havia empolgado. Talvez tenha ele, alguma vez, explicado a Bíblia de uma maneira por demais rigorosa - nunca, porém, branda demais.
Devemos perguntar se a concepção de Francisco a respeito da Bíblia ainda vale para nós. Em cada mudança religiosa na história, encontra-se o homem diante da pergunta: que é propriamente autêntico na Bíblia e que é que se conseguiu descobrir com o correr do tempo?
E em cada período são sempre os grandes cristãos que, da forma mais pura, reconhecem a autenticidade. Não se requer uma visão genial para se descobrir o que corrigir num texto ou apontar alguns cantos carcomidos numa estrutura eclesiástica antiquada.
Quando se trata, porém, de valores eternos, é absolutamente necessária uma visão de fé. Não é tão estranho que um homem como Francisco, que se afastara, por assim dizer, da própria cultura para viver o Evangelho até às últimas consequências - que este Francisco tenha descoberto algo que sobrepuja qualquer cultura.
As grandes personalidades não estão à frente de seu tempo, estão acima dele.

São Francisco, o "repetitor Christi"
Por Leonardo Boff
O fascínio e o mistério da figura de S. Francisco reside em sua semelhança com o mistério e o fascínio de Jesus Cristo. Há tanto num quanto noutro algo de profundamente simples, transparente, nascivo, originário e convincente. Ambos constituem uma grande interrogação para todo homem verdadeiramente religioso. Ninguém pode subtrair-se ao Numinoso e Divino que se desprende de suas vidas. Evidentemente, para um cristão por maiores que sejam as semelhanças entre S. Francisco e Jesus Cristo nunca chegarão a esconder as infinitas diferenças que vigoram entre eles. Um é o Filho Unigênito e Eterno do Pai e o outro é, na expressão de S. Boaventura, um humilde repetidor de Jesus. '
Um constitui a realidade-fonte, outro a realidade-reflexo. São Francisco jamais quis seguir um caminho pessoal. Nunca buscou uma experiência nova. Propôs-se com todo empenho a imitar e a "seguir a doutrina e as pegadas de Cristo" ', o "totus Christus crucifixus et configuratus".' Nele há "uma deliberada renúncia a toda originalidade". * Jamais antes e depois de S. Francisco assistimos no Ocidente a um tão apaixonado amor a Cristo a ponto de tentar imitá-lo nos mínimos pormenores, na letra e no espírito. Queria venerar e reproduzir todos os aspectos da vida e do mistério de Cristo, não apenas os humanos, como se sói repetir.' Jamais alguém dentro do Cristianismo logrou assimilar Jesus Cristo em sua vida como S. Francisco a ponto de trazer no corpo os sinais da Paixão e na alma as arras do Reino de Deus. Com acerto resume S. Boaventura o sentido do impulso de S. Francisco: "saciava toda a alma no seu Cristo e se entregava todo, de corpo e de alma, somente a ele".

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Mês da Bíblia!

Leitura Orante!




















10 passos para orientar a leitura orante, pessoal e diária da Bíblia!
  1. Iniciar invocando a luz do Espírito Santo;
  2. Leitura lenta e atenta do texto;
  3. Momento de silêncio interior para lembrar o que leu;
  4. Ver bem o sentido de cada frase;
  5. Atualizar e ruminar a Palavra, ligando-a com a vida;
  6. Ampliar a visão, ligando o texto com outras passagens bíblicas;
  7. Ler de novo, rezando o texto e respondendo a Deus;
  8. Formular um compromisso de vida;
  9. Rezar um salmo apropriado;
  10. Escolher uma frase como resumo para memorizar.