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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Oração de Ano Novo!

Senhor Deus, Pai de bondade, Senhor da história, do tempo e da eternidade. Mais um ano chega ao fim e às portas do novo as oportunidades e sonhos se renovam;

A vida é sempre feita de escolhas e possibilidades, e, são justamente elas que nos fazem acreditar que o amanhã que está por vir será melhor do que o ontem que passou;

Te agradeço Senhor por tudo o que tens feito por mim, pelo água, pelo ar, pela luz, pelos dons, pela vida, pelos meus, enfim, por tudo. Agradecer é reconhecer que tudo vem de Vós e a Ti devemos nossa ação de graças;

Ano novo, nova vida, novos sonhos, novos projetos, novas expectativas. Renova Senhor em mim o dom da fé, da esperança e da caridade. Faz com que eu veja em cada dia do ano que está por vir uma oportunidade de ser melhor, de mudar, de ajudar, de crescer. Faz Senhor com que eu busque mais amar, que eu busque mais me colocar na Tua presença e só assim poder concretizar tudo aquilo que desejo no fim deste ano;

Enfim Senhor, olha por todos aqueles que me destes e que me são tão caros, olha por aqueles que nos ajudam, olha por aqueles que estão do meu lado, aqueles que olham por mim e que pedem simplesmente que eu reze por eles. Todos eles Senhor são dons que colocastes no meu caminho e aos quais agradeço imensamente. Sobre eles, sobre mim e sobre o ano novo te peço Senhor, derrama suas bênçãos hoje e sempre;

Amém!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Natal, festa da esperança! Programa espaço vida! Assista...


Paulinas on line TV


Estou neste programa falando sobre o Natal, festa da esperança...basta clicar no link da Paulinas on line TV!
Assista, foi ao ar hoje pela manhã.
Feliz Natal e abençoado 2011!
Paz e Bem!

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Feliz Natal e abençoado 2011!

A todos os amigos e amigas do Pró-Vocações e Missões Franciscanas, seguidores do blog, colaboradores e aqueles que de uma forma ou outra chegaram até aqui, queremos desejar de coração um Natal abençoado e um Ano Novo pleno de tudo o que de melhor podemos desejar àqueles que estimamos.
Obrigado pelo carinho de todos que durante este ano estiveram unidos a nós através deste canal de comunicação.
Deus abençoe cada um no seu infinito amor de Pai!
Abraço com estima franciscana;

Equipe Pró-Vocações e Missões Franciscanas!

domingo, 19 de dezembro de 2010

Mensagem de Natal do Ministro Provincial dos franciscanos!

São Francisco de Assis, por considerar o Natal a “festa das festas”, queria que todos os representantes do povo elaborassem um decreto para que, a cada ano, no dia de Natal, nenhum homem capturasse ou matasse as irmãs cotovias, que o boi e o burro recebessem a melhor forragem, que se desse ração dupla aos animais e que todas as pessoas, naquele dia, provessem com largueza os pobres por respeito ao Filho de Deus, reclinado num presépio (cf. EP 114).
Assim, também para nós, o Natal é a festa das festas, pois, a cada ano, nos é oferecida a possibilidade de duplicar os gestos mais nobres do cotidiano: a gratidão pela fraternidade universal, a comunhão com o diferente, o respeito pela vida, a encarnação do amor, a generosidade na partilha, o sentido da solidariedade e o espírito profético da paz em louvor ao Filho de Maria, o Príncipe da Paz. Por isso cantamos a glória de Deus nas alturas que, no Menino de Belém, nos torna instrumentos de Paz e de Bem!



A TODOS E A TODAS DESEJO UM
FELIZ E SANTO NATAL!
FELIZ ANO NOVO!



Frei Fidêncio Vanboemmel, ofm
Ministro Provincial

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

PVF promove encontro de benfeitores em Niterói

O Pró-vocações e Missões Franciscanas (PVF) realizou, neste terceiro domingo do advento (12/12), o 1º Encontro de Benfeitores da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O evento ocorreu na Paróquia Porciúncula de Sant'Anna, em Niterói/RJ, e foi conduzido por Frei Alvaci Mendes, que contou com o apoio de seu confrade, Frei Róger Brunorio, bem como da Juventude Franciscana(JUFRA), responsável pela animação fraterna do encontro e da Ordem Franciscana Secular (OFS).

Os 122 benfeitores presentes começaram a chegar por volta das 8h30. Após partilharem um rápido desjejum, eles se dirigiram ao salão paroquial, onde foram acolhidos por Frei Róger. A banda da Jufra animou e acolheu a todos com cantos franciscanos para, logo em seguida, Frei Alvaci tomar a palavra e apresentar-se aos presentes. Logo após, todos rezaram junto com Frei Róger, que fez a leitura da “Saudação das Virtudes” e da "Saudação da Bem-aventurada Virgem Maria", dois dos mais bonitos escritos de São Francisco de Assis.

Presidindo o evento, Frei Alvaci fez questão de saudar individualmente cada grupo regional de benfeitores, sendo eles: Petrópolis, Duque de Caxias, São João de Meriti, Nilópolis e Niterói. Por fim, apresentou a benfeitora Célia, representante do Pró-Vocações na Paróquia Porciúncula e iniciou sua palestra.

O frei citou as semelhanças entre Nosso Senhor Jesus Cristo e o “pobrezinho de Assis”, apresentando dados biográficos de São Francisco. Mostrou também os números da Ordem dos Frades Menores (OFM) no Brasil, destacando, ainda, os serviços prestados pela Ordem mundo afora, sobretudo na Terra Santa; acentuando que nada disso seria possível sem a colaboração dos benfeitores, grande participantes da família franciscana.

Em seguida, exibiu-se o filme “Francisco de Assis”, produzido pelas Organizações Globo, para a Série Brava Gente (2006). Ato contínuo, frei Alvaci relembrou os 25 anos do PVF, comentando que o projeto teve início no Convento Santo Antônio, no Rio de Janeiro, e que hoje tem sua sede na cidade de São Paulo. O frade expôs os números de colaboradores por cidades e estados, ressaltando que através da formação dos frades e das missões da OFM, divulgar-se-á o carisma e a espiritualidade franciscana, cumprindo-se com o dever evangélico de espalhar a Boa-Nova.

Depois de abrir um espaço para os benfeitores fazerem perguntas, tirarem suas dúvidas e darem sugestões, Frei Alvaci exibiu um outro vídeo, este produzido pela Ordem dos Frades Menores por ocasião dos 800 anos do aprovação da Ordem Franciscana, que falava sobre as atividades missionárias da Ordem, seja junto às populações indígenas amazônicas, em defesa do meio ambiente e do direito dos pobres; seja em outras partes do mundo, em prol da dignidade humana. Encerrado o filme, todos participaram da Santa Missa concelebrada pelos freis Alvaci e Róger.

Ao final, os irmãos foram até o salão de festas da Paróquia para partilhar um delicioso almoço fraterno, preparado pelos membros da Ordem Franciscana Secular. O pároco, Frei Vilmar Alves, agradeceu e abençoou os presentes, que se divertiram muito com o sorteio de brindes franciscanos promovido pelos frades Alvaci e Róger.

Foi um dia de sensações agradáveis, onde a graça de Deus nos deu a certeza de que o trabalho realizado pelo PVF em parceria com seus benfeitores é peça fundamental para que continuemos a trilhar o sonho de Francisco e Clara de Assis, sob a proteção de Nossa Virgem Mãe, pelos méritos de Seu Glorioso Filho.

Thiago Damato, Secretário fraterno da Jufra-Porciúncula

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Natal, festa da esperança!

“O Cristo que veio, que vem e que virá”


Natal é a festa das luzes, da vida nova, das esperanças, da expectativa, de acreditar no amanhã e na mudança.
O natal se enche de luz porque numa gruta simples nasce um Deus, porque na pobreza e no abandono nasce a esperança de que a vida supera tudo, de que a vida é maior do que as dores, do que as hospedarias lotadas. O Natal por excelência é a festa da Luz: Cristo luz do mundo, sol nascente que nos vem sem ocaso (não foi por acaso que os cristãos escolheram a festa do Sol dos romanos para fazer dela o natal).
Vivemos na esperança de dias melhores, de uma vida nova, sempre que o fim de ano se aproxima, nos enchemos de energia e acreditamos que o novo ano poderá ser melhor, que coisas maiores faremos no ano que está por vir, de fato, na simplicidade de um Deus que se faz menino como nós, acreditamos que tudo renasce com ele. Parece-me que toda a humanidade se faz criança com Deus, as cestas de enchem de pão, as famílias se encontram, os olhos se enchem de lagrimas e de esperanças.
Sem duvida, natal é a festa da esperança, aquela que vem acompanhada da fé e da caridade, aquela que vem de mãos dadas com ambas. E sabe o que é mais bonito, é que a esperança ainda é uma menininha pequena, simples, humilde, ladiada por duas grandes senhoras: fé e caridade. A esperança vem no meio, caminha no meio delas, e quando nos parece que as duas é quem levam a esperança, na verdade é ela que conduz pela mão a caridade e a fé.
O cristo veio, vem em cada natal e virá de novo em sua glória. Nós vivemos aqui na espera, do novo que há de vir, na expectativa. No ad-vento de um mundo novo, na busca da paz e na certeza de que a pobreza do presépio nos faz ricos de Deus.
Neste espírito bonito que envolve nossos corações nesta expectativa, queremos desejar a todos um Santo e Feliz Natal, cheio da plenitude da graça e do bem. Queremos que o menino de fato renasça no coração daqueles que amam e que acreditam num mundo melhor. Natal é a festa da esperança, a festa da caridade, a festa da fé.
Deus abençoe cada um no seu infinito amor de Pai e que possamos cada dia ser cuidados por Ele, como Ele cuidou e providenciou um lugar para o seu Filho.


Feliz e Santo Natal queridos amigos e amigas do Pró-Vocações e Missões Franciscanas!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Imaculada Conceição!

Devoção franciscana a Maria

A vida segundo o Evangelho serve, para Francisco, de base em vista de uma compreensão da revelação cristã: exige unidade entre esforço cotidiano e oração, encontro com Deus na vida cotidiana neste mundo e com os outros. Francisco nunca emite um pensamento de fé, um conceito teológico sem conexão com atitude vital global e sintética que possa abarcar a totalidade da existência.
Sua espiritualidade está estruturada em suas intuições básicas e concatenadas, a saber:
a) penitência ou conversão da vida carnal, ou seja, egocêntrica, para encontrar Cristo e Deus no irmão esquecido e abandonado à mercê das forças de morte presentes no mundo e na sociedade;
b) o consequente distanciamento destas forças, associando-se aos "menores";
c) a - pobreza voluntária para obrigar a sociedade a reconhecer, respeitar e honrar, através do retomo à Justiça, a dignidade ofendida dos pequenos; e, finalmente, a alegria ao pensar nas promessas escatológicas de Deus, em sua presença onde está o amor e na atualização da Páscoa em nossas celebrações.
São estes aspectos que Francisco encontra, reverencia, canta e Invoca em Maria.
Maria é, para Francisco, a "Senhora" pobre (2Cel 83) e Deus, escolhendo-a por Mãe, compartilha a pobreza com ela (2CtFi4-5) como caminho em vista da salvação dos homens, levando-os a viver a paternidade divina a partir de uma fraternidade humana renovada, que consiste na solidariedade real com os pobres, uma vez que, como dizia Francisco, é dignidade real e insígne nobreza "seguir o Senhor que, sendo rico, se fez pobre por nós" [2Cel 73) e partilham a pobreza salvífica de Jesus da qual devem participar todos os seus seguidores.
Ao exigir a pobreza dos frades, Francisco os coloca em relação com Cristo que foi "pobre e peregrino e vivia de esmola, ele mais a bem-aventurada Virgem e seus discípulos" (RNB 9,6). E a tua última vontade é "seguir a vida e a pobreza de nosso altíssimo Senhor Jesus Cristo e de sua Mãe santíssima e nela perseverar até o fim (UIV 1).
Era com lágrimas nos olhos que Francisco meditava na pobreza do Senhor Jesus Cristo e de sua Mãe (2Cel 2,00: LM 7, 1). Este pranto amargurado de Francisco diante do que Cristo e Maria passaram será mal entendido se não for colocado junto com a escolha de pobreza voluntária que fez e com
a honra que tributava a todos os pobres: a pobreza voluntária, unida à alegria que a acompanha, provém do fato de que para Francisco o Evangelho do Reino e da presença misteriosa de Deus em nosso meio se tomaram mais importantes do que os próprios interesses, e, para acolhê-los, é preciso
mesmo esquecer os interesses próprios, "converter-se", "fazer penitência".
O Deus que decidiu partilhar a pobreza com Maria tornando-se seu filho é o Deus novo que transforma em supremo o que é ínfimo, é o Deus diferente, que não age a partir de nossa lógica, que escolhe a pobreza e o pobre como seu "sacramento", como seu sinal e seu símbolo.
Celano o diz com multa felicidade ao falar da compaixão de Francisco para com os pobres. Francisco "se derretia todo pelos pobres". Desejava sempre "estender a mão (aos pobres)". Celano observa que ele "era de uma clemência nata" que tinha sido redobrada teologalmente: "redobrada pela piedade infusa". "Qualquer carência ou penúria que visse em alguém dirigia seu pensamento em rápida conversão para Cristo.
Via o Filho da pobre Senhora em todos os pobres, pois o levava nu em seu coração como ela o tinha carregado em seus braços" [2Cel 83). Neste aspecto também Francisco revela ter sido o pai dos teólogos franciscanos que não conhecem outra teologia, outra cristologia ou mariologia senão aquela que, refletindo sobre a vida de Cristo e de Maria, neles descobre aquilo que torna nossa existência melhor.
Francisco tem consciência que a salvação de Deus é para todos, mas sabe também que a maneira como ela se manifesta não é igual para todos: Deus, na encarnação - "kénosis", assumindo a condição pobre de sua Mãe e aceitando o sofrimento inerente à finitude humana, exalta os pobres e os humilhados, os fracos e os sofredores que, depois da glorificação de Cristo e de Maria, são o espelho no qual se Imprime e se perpetua a Imagem de Deus que se exprimiu entre nós, em Cristo e Maria, pobres e sofredores: "Quando vês um pobre, meu irmão, tens à frente um espelho do Senhor e de sua pobre Mãe. Também nos doentes deves ver as enfermidades que ele assumiu por nossa causa" (2Cel 85).
Por outro lado, Deus mesmo ao decidir manifestar-se a nós na pobreza de Jesus e de Maria e manifestando-se agora nos pobres e sofredores de todos os modos contesta o - mundo desumano, a fim de que todos os que são responsáveis por criar e manter esta situação desumana e, portanto, indigna da família de Deus, redescubram sua humanidade, afastando-se de tal situação como fez, de modo radical, Francisco com sua pobreza voluntária.
A devoção mariana permite ao Poverello viver esta dimensão teologal da pobreza e as mais profundas raízes da alegria dos "menores". Estes, em sua própria pobreza e na dos outros, experimentam como mais importante do que todos os interesses particulares, a presença de Deus no mundo e o seu Reino que vem.
É precisamente nesta alegria franciscana, pela presença divina, que a pobreza não é somente uma teoria, mas de grande eficácia: o Deus da alegria é o Deus que reverencia os pobres e denuncia forças tenebrosas que são causa de tanto sofrimento. Ao realizar esta denúncia Deus não prega o ódio aos que encarnam tais forças e se tornam seus instrumentos, aos que cedem a cobiças e ambições, mas partilhando com Maria a pobreza.
Francisco compreende a força presente na prática da pobreza evangélica, sem agressividade e ódio. Ao pobre que encontrou em Collestrada de Perúsia e que amaldiçoava "com ódio mortal" o patrão "que lhe havia tirado os bens", Francisco diz: "Irmão, pelo amor de Deus perdoa teu patrão: assim haverás de salvar tua alma..." (2Cel 89).
O amor cavaleiresco de Francisco por Maria certamente não é uma fantasia. Esta expressão, no entanto, é ambígua e pode levar a pensar numa devoção feita de "galanteios", quando na realidade se trata de expressão de uma piedade caracterizada pela participação na alegria de Maria que, em sua pobreza, se torna solidária dos pobres para participar na obra da encarnação de Deus, cuja paternidade só pode ser fundamentalmente invocada por aqueles que se unem a Cristo, e a tudo o que ele fez para que pudéssemos vencer a desumanidade do que sofre e possibilitar o nascimento de uma nova humanidade sob a única soberania de Deus.

Fonte: Dicionário Franciscano

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

São Francisco e o presépio!

Um fato que nem todos sabem é que São Francisco de Assis foi o responsável por um dos mais famosos símbolos do Natal: o presépio. A idéia nasceu do seu desejo de tornar as grandes verdades do Espírito uma realidade para todos.
Francisco amava as pessoas, desde o Papa em seu palácio - e conheceu pessoalmente dois deles - até os mendigos nas ruas, os ladrões nas montanhas, e principalmente os rejeitados, como os leprosos. Francisco amava os animais também. Ele amava os passarinhos. Muitas pessoas conhecem a história de como ele pregava para eles ao pousarem ao seu lado, e se iam embora quando ele os despedia.
Quando jovem, ele também quis ter posses e bens materiais, principalmente roupas bonitas, tecidos caros como o veludo e o cetim da loja de seu abastado pai, Pietro Bernardone. Naquela época, as pessoas exibiam as suas riquezas no seu modo de vestir, e Bernardone gostava de ver o seu filho, o jovem mais bem vestido da cidade, levar todos os outros jovens a se divertirem com música, dança e festas, pois isso era vantajoso para os seus negócios nos quais esperava que um dia Francisco se unisse a ele.
Francisco queria que todas as pessoas sentissem e vissem o mistério do Natal mais de perto, queria que as verdades de Deus fossem compreensíveis e acessíveis a todos, por isso, numa noite de dezembro, numa cidadezinha pequena chamada Greccio, perto de Assis, ele teve a idéia de mostrar-lhes como deveria ter sido, na realidade, o nascimento de Jesus, com toda a pobreza e desconforto.
Procurando, ele encontrou o lugar certo para isto: uma grande pilha de pedras numa montanha fria próxima ao vilarejo. Na fenda ao lado da encosta encontrou uma caverna. Ali decidiu reconstruir o presépio. Pegou um boi e um burro, e colocou uma imagem do menino Jesus numa manjedoura entre eles. As noticias do que ele fazia se espalhou por toda a região. Seguindo em direção a caverna da montanha desolada, se via à noite, um fluxo constante de homens, mulheres e crianças carregando tochas e velas para iluminar o seu caminho. Depois todos se aglomeravam à entrada da caverna olhando para dentro.
Até parecia que era meio-dia, escreveu alguém que esteve lá, naquela meia-noite cheia de alegria para homens e animais, a multidão se aproximava; todos tão felizes por estarem presentes na reconstrução do eterno mistério. O próprio Francisco cantou a historia do Evangelho com uma voz forte, doce e clara, conta o observador. Depois pregou para as pessoas, da maneira mais terna, sobre o nascimento do Rei pobre na pequena cidade de Belém.
Então, quando virmos um presépio no Natal, podemos nos lembrar de São Francisco, o homenzinho pobre tal como ele se denominava, conseguiu tornar grandes verdades tão reais para os outros como eram para ele.

21° Exposição Franciscana de Presépios
Local: Paróquia e Convento São Francisco de Assis
Largo São Francisco, 133 (ao lado da faculdade de Direito USP)
Abertura dia 08.12.2010 às 11h30
Visitação: de 09.12.2010 a 02.01.2011
das 10h às 18h - Todos os dias.
Entrada Gratuita.
Informações: 11- 3291 2400
www.franciscanos.org.br