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terça-feira, 24 de outubro de 2017

9º dia da #Novena - Frei #Galvão, homem da #Paz e da #Caridade


Paz e Caridade! Duas características marcantes, que se completam e dizem muito sobre uma pessoa.

Paz é mais que a ausência da guerra ou de conflitos. Você já se sentiu em paz em algum momento? Sem nenhuma aflição, sem nenhuma preocupação. Como é difícil sentir paz nos dias de hoje. Nosso pensamento sempre nos afasta da paz. A violência no mundo, nas relações, a disputa por poder e dinheiro, o desemprego, os problemas financeiros, tudo isso nos tira a paz.

Muitas vezes relacionamos a caridade à ajuda financeira a alguém que necessita. Ser caridoso vai além de ajudar o próximo financeiramente. A caridade se dá nas relações, mesmo as mais próximas. O dicionário nos diz: caridade é a virtude teologal que conduz ao amor a Deus e ao nosso semelhante.

Que a Paz e a Caridade, presentes na vida e na missão de Frei Galvão, estejam presentes em nossas vidas e em nossas relações.

SAUDAÇÃO/ INTRODUÇÃO
A você que reza conosco, Paz e Bem! São João Paulo II, quando beatificou o Santo Frei Galvão, o chamou de “o Homem da Paz e da Caridade”. Frei Galvão viveu momentos muito duros em sua vida. E, mesmo assim, conseguiu conservar a paz. Sua vida foi admirável, sobretudo, na prática da caridade para com os pobres, pagando dívidas deles, quando podia, e tratando os escravos com bondade e consideração. Neste último dia de nossa novena, queremos aprender com Frei Galvão a sermos sempre construtores da Paz e a colocar a caridade acima de todas as virtudes.

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém

PALAVRA DE DEUS (2Cor 13, 11-13)
“Irmãos, sede alegre, trabalhai em aperfeiçoar-vos, deixai-vos exortar, tende um mesmo sentir, vivei em paz e o Deus da caridade e da paz estará convosco. Saudai-vos reciprocamente no ósculo santo. Todos os santos vos saúdam. A graça do Senhor Jesus Cristo e a caridade de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós”.

COMPROMISSO DO DIA
Quero me esforçar para ser muito caridoso hoje, fazendo o bem para um pobre, visitando uma pessoa que vive na solidão, procurando não falar nada de negativo sobre pessoas amigas e cumprimentando a todos que eu encontrar com a saudação franciscana: Paz e Bem!

ORAÇÃO FINAL/ BÊNÇÃO
Senhor Deus, que sois a plenitude do amor, concedei a todos os devotos do Bem-aventurado Santo Frei Antônio Sant’Ana Galvão a graça de viverem a caridade acima de todas as coisas, para que, deixando de lado toda discórdia seja um só coração e uma só alam, e possam construir juntos uma sociedade cheia de paz e verdadeira fraternidade. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém.

Que o pelo auxílio de Frei Galvão, o Senhor aumente em nossas vidas e em nossos corações a caridade e a paz: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

8º dia da #Novena - Frei #Galvão, Sacerdote segundo o coração do Altíssimo


Você já conheceu uma pessoa santa? Uma pessoa verdadeiramente boa? Muitas vezes estas pessoas que passam por nossas vidas não são sequer católicas ou cristãs. São pessoas com valores, que não se deixam afetar pelo mundo e pela lógica de se beneficiar às custas dos outros, muitas vezes prejudicando o próximo.

São pessoas que emanam uma luz especial. Pessoas como Dom Luciano Mendes de Almeida, arcebispo de Mariana, em Minas Gerais, que trabalhou muitos anos em São Paulo e morreu em 2006. Ele será beatificado em breve pelo Vaticano, mas quem conheceu Dom Luciano sabia que ali estava um santo, uma pessoa diferente. E por que ele era diferente? Porque viveu radicalmente o Evangelho.

Assim era Frei Galvão para sua época. Certamente todos aqueles que puderam conviver com ele tinham esta impressão, que diante deles estava alguém diferente.

Que neste penúltimo dia da novena em honra a Frei Galvão rezemos por estas pessoas, que transformam a vida e os locais por onde passam com sua maneira de ser e seu testemunho.

SAUDAÇÃO/ INTRODUÇÃO

Querido devoto e devota de Frei Galvão, Paz e Bem! Durante anos que exerceu o seu sacerdócio, o Santo Frei Galvão tornou-se um sacerdote segundo o coração do Altíssimo. Foi sábio Ministro do Evangelho, seguro e sereno orientador das consciências, confessor sempre disponível, convertedor de pecadores, pregador ambulante do Reino, apoio fraterno de todos os sacerdotes. Chamavam-no de queridíssimo padre Galvão. Nesta Novena, vamos rezar por todos os que exercem esta tarefa de serem ministros de Deus, pelos sacerdotes do mundo inteiro. Que nunca faltem bons e santos sacerdotes para a Igreja.

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém

PALAVRA DE DEUS (1Tm 4, 12-14)

“Ninguém te desconsidere a juventude. Ao contrário, torna-te modelo para os fiéis no modo de falar e de viver, na caridade, na fé, na castidade. Aplica-te à leitura, à exortação, ao ensino. Não descuides da graça que tens”.

COMPROMISSO DO DIA

Todas às vezes em que eu participar de uma santa missa, quando o sacerdote elevar a hóstia e o cálice com o vinho consagrados, rezarei pela santificação dos sacerdotes. Se eu encontrar um sacerdote, irei saudá-lo com muito afeto e respeito; pois São Francisco dizia: “Nada encontro neste mundo corporalmente do Senhor Jesus, senão somente o Corpo e Sangue que eles nos consagram e administram”.

ORAÇÃO FINAL/ BÊNÇÃO

Obrigado, Senhor, pelo santo exemplo que o Santo Frei Galvão deixou como sacerdote segundo o coração do Altíssimo. Guardai os sacerdotes mais idosos e fortalecei aqueles que estão em crise na sua vocação; dai a todos a graça de carregarem a cruz até o fim de suas vidas. Dai a todos os presbíteros a felicidade de serem imagem do Cristo, Bom Pastor. Que o povo de Deus reze sempre pela santificação de seus sacerdotes; que amem a cada sacerdote, não vendo apenas os defeitos, as falhas e os pecados, mais apoiando todo o trabalho apostólico que realizam. Despertai sempre novas vocações para a vida sacerdotal. Amém.

Que o Deus Altíssimo, abençoe nosso dia e nossa jornada, por intermédio de Frei Galvão: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

domingo, 22 de outubro de 2017

#SantoDoDia - São João Paulo II


A Igreja Católica celebra hoje, 22 de outubro, a memória litúrgica de João Paulo II, data que marca o dia de início do pontificado de Karol Wojtyla, em 1978.

Karol Józef WoJtyła, eleito Papa a 16 de outubro de 1978, nasceu em Wadowice (Polônia), a 18 de maio de 1920. Foi o segundo de dois filhos de Karol Wojtyła e de Emília Kaczorowska, que faleceu em 1929. O seu irmão mais velho, Edmund, médico, morre em 1932, e o seu pai, oficial do Exército, em 1941.

Aos nove anos recebeu a Primeira Comunhão e aos dezoito o sacramento da Confirmação. Terminados os estudos na Escola Superior de Wadowice, inscreveu-se em 1938 na Universidade Jagellónica de Cracóvia.

Depois de as forças ocupantes nazis encerrarem a Universidade em 1939, o jovem Karol trabalhou (1940-1944) numa mina e, posteriormente, na fábrica química Solvay, para poder sustentar-se e evitar a deportação para a Alemanha.

A partir de 1942, sentindo-se chamado ao sacerdócio, frequentou o Curso de Formação do Seminário Maior clandestino de Cracóvia, dirigido pelo Arcebispo local, o Cardeal Adam Stefan Sapieha. Simultaneamente, foi um dos promotores do «Teatro Rapsódico», também este clandestino.

Depois da guerra, continuou os estudos no Seminário Maior de Cracóvia, novamente aberto, e na Faculdade de Teologia da Universidade Jagellónica, até à sua ordenação sacerdotal em Cracóvia a 1 de novembro de 1946. Depois foi enviado pelo Cardeal Sapieha a Roma, onde obteve o doutoramento em Teologia (1948), com uma tese sobre o conceito da fé nas obras de São João da Cruz. Naquele período – durante as suas férias – exerceu o ministério pastoral entre os emigrantes polacos na França, Bélgica e Holanda.

Em 1948, regressou à Polônia e foi coadjutor, primeiro na paróquia de Niegowić, próxima de Cracóvia, e depois na de São Floriano, na própria cidade. Foi capelão universitário até 1951, quando retomou os seus estudos filosóficos e teológicos. Em 1953 apresentou na Universidade Católica de Lublin uma tese sobre a possibilidade de fundar uma ética cristã a partir do sistema ético de Max Scheler. Mais tarde, tornou-se professor de Teologia Moral e Ética no Seminário Maior de Cracóvia e na Faculdade de Teologia de Lublin.

Em 4 de julho de 1958, o Papa Pio XII nomeou-o Bispo Auxiliar de Cracóvia e Titular de Ombi. Recebeu a ordenação episcopal em 28 de setembro de 1958 na Catedral de Wawel (Cracóvia), das mãos do Arcebispo Eugeniusz Baziak.

A 13 de janeiro de 1964 foi nomeado Arcebispo de Cracóvia pelo Papa Paulo VI, que o criou Cardeal a 26 de junho de 1967.

Foi eleito Papa em 16 de outubro de 1978 e, em 22 de outubro, deu início ao seu ministério de Pastor Universal da Igreja.

Morreu em Roma, no Palácio Apostólico do Vaticano, às 21.37h de sábado 2 de abril de 2005, vigília do Domingo in Albis e da Divina Misericórdia, por ele instituído. Os funerais solenes na Praça de São Pedro e a sepultura nas Grutas Vaticanas foram celebrados a 8 de abril.

As informações citadas constam na breve biografia oficial oferecida no Livreto da Celebração da Beatificação de João Paulo II.

Seis anos após seu falecimento, no dia 1° de maio de 2011, sua beatificação foi proclamada pelo Papa Bento XVI.

No dia 27 de abril de 2014, Domingo da Divina Misericórdia, segundo domingo de Páscoa, João Paulo II juntamente com o Papa João XXIII teve sua canonização proclamada pelo Papa Francisco, tendo o papa emérito, Bento XVI, como concelebrante.

Uma das poesias publicadas por ele:

Para os companheiros de viagem - Papa João Paulo II

Se procuras um lugar onde se debatia Jacó,
Não vagueies até países da Arábia,
Não procures nos mapas a torrente.
Encontrarás os rastros muitos mais perto
Deixe só que na perspectiva dos teus pensamentos
Apareçam as luzes dos objetos
Graças a pensamentos sempre mais compactos
E em forma sempre mais simples
Então, não se dissipa a imagem, mas tem peso
E prepara-te, deves suportar em ti aquela imagem
Transforma-te todo naquele conteúdo
Ao qual são propícios silêncio e solidão.
A solidão possível para o homem,
Tanto que nem mesmo a morte o distrai.
Ninguém.
Mesmo que os nossos dias estejam cheios de simples atos
Nos quais a interioridade do átomo é ofuscada pelo gesto inseparável
Possuímos igualmente a certeza
De que um dia aquele gesto caíra
E de que de nossos atos só ficará a verdadeira essência.